Projetos de Aprendizagem

 

dor

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Integrantes: 

Adriana - adviegas@gmail.com

Érica - kikabcs@bol.com.br

Luciana - lsmoliveira@ea.ufrgs.br

Vane - tetenho5@yahoo.com

 

Links:

Dor no CNCER parte II - http://www.rsbcancer.com.br/rsbc/13Pag14.asp

Morfina- Efeitos e Conseqüências - http://www.brasilescola.com/drogas/morfina.htm

História da Anestesia - http://www.gruponitro.com.br/pags/gas.htm

Clínica de Alívio da Dor - http://www.clinicadealiviodador.com.br/default.asp

 

 

 

Dor e Anestesia

 

"COMO A ANESTESIA FUNCIONA NO PROCESSO DA DOR?"

 

 Através do conhecimento do trabalho realizado no Hospital Moinhos de Vento sobre o tratamento com uso de anestesias para alívio de dores crônicas e agudas.  Na Clínica de Dor é diagnosticado qualquer incômodo ou dor que o paciente esteja apresentando, para que de lá ele seja encaminhado para um especialista. Para tal avaliação, o paciente passa por uma série de exames até que o motivo do desconforto seja devidamente diagnosticado e com o tratamento planejado.

 

 Esse trabalho será limitado à dor física e tratada por anestésicos de maneira tópica.

 

 

Dor

 

A dor é uma sensação desagradável que indica um problema orgânico ou a possibilidade de uma lesão do corpo. A dor se inicia em terminais nervosos específicos para perceber a dor, distribuídos por todo o corpo. Esses receptores da dor transmitem as mensagens sob a forma de impulsos elétricos ao longo dos nervos até a medula espinhal e, em seguida, ao cérebro. Algumas vezes, o sinal desencadeia uma resposta reflexa ao chegar à medula espinhal. Quando isto ocorre, um sinal é imediatamente reenviado ao longo de nervos motores até o local original da dor, desencadeando a contração muscular. Um exemplo de resposta reflexa é a reação imediata de afastamento quando tocamos inadvertidamente alguma coisa muito quente. O sinal da dor é também transmitido ao cérebro. Somente quando o cérebro processa o sinal e o interpreta como dor, o indivíduo passa a ter uma percepção consciente da mesma. Os receptores da dor e suas vias nervosas diferem nas diferentes partes do corpo.

 

 DOR é um aviso do nosso organismo, querendo informar-nos de que algo não está bem, é um importante mecanismo de defesa e de preservação da nossa vida. Quase sempre é possível estabelecer uma relação causa-efeito entre algum distúrbio e a dor dele resultante. Nesses casos, é lógico procurar eliminar a causa inicial, porque a dor, que é mera conseqüência, desaparecerá "automaticamente". No entanto, há situações em que o fenômeno DOR não apresenta uma causa identificável, ou em que a causa já deixou de existir há muito tempo, mas a DOR permanece, tendo-se tornado, por assim dizer, independente.

 

A dor pode ser aguda ou surda, intermitente ou constante, latejante ou consistente, localizada ou generalizada. Algumas dores são muito difíceis de serem descritas com palavras. A sua intensidade pode variar de um certo desconforto até uma dor intolerável. Nenhum exame laboratorial é capaz de comprovar a presença ou a gravidade da dor. Para compreender totalmente as suas características, o médico interroga o paciente a respeito da história da dor. Algumas vezes, é utilizada uma escala de 0 (nenhuma dor) a 10 (intensa) para auxiliar os indivíduos a caracterizarem a dor. Para as crianças, é útil a utilização de uma série de desenhos de rostos (de uma face sorridente até uma preocupada e chorando).

 

Os médicos sempre tentam determinar as causas físicas e psicológicas da dor. Muitas doenças crônicas (p.ex., câncer, artrite ou anemia falciforme) e distúrbios agudos (p.ex., feridas, queimaduras, distensões musculares, fraturas ósseas, distensões ligamentares, apendicite, cálculos renais ou um infarto do miocárdio) causam dor. Além disso, as doenças psicológicas (p.ex., depressão e ansiedade) também podem causar dor, denominada dor psicogênica. Fatores psicológicos também podem fazer com que a dor de uma lesão física pareça mais ou menos intensa. O médico deve levar essas questões em consideração.

 

O médico também deve levar em consideração se a dor é aguda ou crônica. A dor aguda é aquela que apresenta um início súbito e, geralmente, não dura muito. Quando a dor é intensa, ela pode causar aceleração do ritmo cardíaco, aumento da freqüência respiratória, elevação da pressão arterial, sudorese e dilatação pupilar. A dor crônica é aquela que dura semanas ou meses. Este termo geralmente refere-se à dor que persiste por mais de um mês além da evolução habitual de uma doença ou lesão, à dor que retorna e desaparece ao longo de meses ou anos ou à dor associada a uma doença de longa evolução (p.ex., câncer). Normalmente, a dor crônica não afeta o ritmo cardíaco, a freqüência respiratória ou as pupilas, mas ela pode alterar o sono, diminuir o apetite e causar constipação, perda de peso, diminuição da libido e depressão.

Vários tipos de analgésicos (medicamentos que aliviam a dor) podem ajudar a aliviar a dor e são enquadrados em três categorias: analgésicos opióides (narcóticos), analgésicos não-opióides e analgésicos adjuvantes. Os analgésicos opióides são os medicamentos mais poderosos no combate à dor, sendo mesmo a base do tratamento da dor grave devido a sua grande eficácia.

 

Anestesia

A anestesia é dividida em quatro categorias básicas:

*anestesia geral

*anestesia regional

*anestesia local

*sedação

 

Cada tipo de anestesia produz um efeito em uma parte do sistema nervoso, o que resulta em uma depressão das vias nervosas. A anestesia geral afeta as células cerebrais, o que faz com que você perca a consciência. A anestesia regional produz efeito em uma grande quantidade de nervos para uma área específica do corpo, que resulta na perda de sensação daquela área sem afetar o nível de consciência. Anestesia local causa a perda da sensação em uma área muito específica.

 

Alguns dos medicamentos que produzem a anestesia geral em grandes doses podem ser usados para produzir sedação, ou "sono crepuscular", em baixas doses. A sedação pode ser administrada de várias formas. Um exemplo comum de gás anestésico utilizado para sedação é o óxido nitroso ou gás do riso.

 

Se você tem uma cirurgia marcada, não pode comer nada nas oito horas anteriores. É muito importante seguir as instruções de não ingerir sólidos ou líquidos antes da cirurgia. Por quê? Porque quando você toma anestesia, perde a capacidade de proteger seus pulmões de inalar algo que não deve. Quando você está acordado, geralmente engole a saliva e a comida sem se engasgar porque uma parte do mecanismo de engolir envolve reflexo que resulta no controle da abertura da via respiratória. Quando você está anestesiado, perde este reflexo. Então, se tiver qualquer sólido ou líquido no estômago eles podem voltar para sua boca e serem inalados pelos pulmões. O resultado disso gera danos graves aos pulmões

 

Anestésicos Locais e Tópicos

Os anestésicos locais podem ser aplicados diretamente ou nas proximidades de uma área dolorida, para ajudar a reduzir a dor. O médico pode, por exemplo, injetar um anestésico local na pele antes de realizar uma pequena cirurgia. A mesma técnica pode ser utilizada no controle da dor causada por uma lesão. Quando a dor crônica é causada pela lesão de um único nervo, o médico pode injetar uma substância química diretamente no nervo, eliminando a dor de modo permanente. Os anestésicos tópicos como, por exemplo, uma loção ou pomada contendo lidocaína, são utilizados no controle da dor causada por alguns distúrbios. Por exemplo, determinados anestésicos misturados em um colutório podem aliviar uma dor de garganta. Algumas vezes, um creme contendo capsaicina (substância encontrada na pimenta malagueta) pode ser útil na redução da dor causada pelo herpes zoster, pela osteoartrite e por outras condições.

 

A anestesia local envolve o entorpecimento de uma pequena área na pele onde a incisão será feita. Quando utilizado sozinho, este tipo de anestesia possui o menor número de riscos. Os anestésicos locais bloqueiam os impulsos do nervo diminuindo a permeabilidade das membranas do nervo para os íons de sódio. Existem vários tipos de anestésicos locais que diferem na absorção, toxicidade e duração da ação.

 

 

 

 

 TABELA I

Certezas Provisórias

Dúvidas temporárias

 Todos os tratamentos apresentam efeitos colaterais e um desses pode ser o alívio da dor na medida em que se conhece a origem do problema tratado; Diferença entre crônico e agudo;
   Qual é o critério do uso de morfina? Quando pode ser danoso?;
  Quando uma dor deixa de ser aguda para ser crônica?; 
   O uso tópico da anestesia, embora entre na corrente sangüínea, será de efeito em todo o organismo?;

 

                                                                         TABELA II

Certezas provisórias

Dúvidas Temporárias

  A intensidade da dor varia de pessoa para pessoa?
  A hereditariedade influi nas doenças e na intensidade da dor dela?
toda substância química tem um tempo de duração chamado "meia vida". Para saber a dosagem adequada a ser utilizada em um procedimento, o anestesista faz um cálculo que envolve o tempo de duração de determinada dose de anestésico (meia vida da substância), o peso do paciente e o tempo de duração da anestesia. Como  se calcula a quantidade de anestésico para cada procedimento médico?

 

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respostas- Grupo Dor 

Comments (6)

Anonymous said

at 8:46 pm on Aug 21, 2007

Pessoal,
legal a questão que ficou... Até amanhã. Profa.

Anonymous said

at 8:50 am on Aug 29, 2007

Estão conseguindo material sobre o assunto? Tentem centrar bem nas questões de vocês.

Anonymous said

at 11:03 am on Sep 5, 2007

Pesquisaram bastante ....
Muito bom.

Anonymous said

at 9:04 pm on Sep 11, 2007

Pessoal, está ficando muito legal.... já to curiosa....

Anonymous said

at 11:13 am on Sep 12, 2007

Amo bichinhos, gostei da figura. Quando o assunto é dor, eu já fico atenta, tenho pavor de senti-la. Mas sei que, em muitos casos a dor é necessária. Bom trabalho. Abraços.

Anonymous said

at 11:42 am on Sep 19, 2007

vocês pe nsaram em ligar a "dores' associadas a nossas profissões ou outra morbidades como "burn-out", etc?

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